A trama apresenta detalhes da juventude de Kratos e retoma a história de seu irmão, sugerida em um vídeo no final do primeiro "God of War" ao mesmo tempo em que mostra Kratos, coroado Deus da Guerra, liderando os soldados de Esparta. Os detalhes do enredo preenchem perfeitamente o espaço entre os dois jogos do PS2, e é difícil imaginar que o roteiro de "Ghost of Sparta" não estava previsto desde o começo da série.
O game acrescenta novas mecânicas ao já eficiente e variado repertório de Kratos, a mais interessante é a barra de fogo que, ao ser preenchida, permite ao jogador ativar chamas nas lâminas do herói. O fogo aumenta o dano das lâminas e cria cargas explosivas. Como a barra se enche rapidamente, são uma presença constante no jogo e parte essencial dos novos ataques do Fantasma de Esparta.
"Ghost of Sparta" não tem momentos tão impactantes nem lutas contra chefes tão intensas quanto as de "God of War III", mas é repleto de ação do começo ao fim. Pena que o maior chefe do jogo está logo na primeira fase, uma gigantesca serpente marinha que tenta levar o navio de Kratos para as profundezas.
Ao lado de "Metal Gear Solid: Peace Walker", "Ghost of Sparta" é um dos grandes - e poucos - jogos obrigatórios do PSP em 2010. Com sequências de computação gráfica fantásticas e otímos eventos de ação contextual, marca registrada de "God of War", o jogo da Ready at Dawn poderia facilmente ser lançado para um console "maior".
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